disciplinas 1 semestre 2018

Rematrícula- de 19/02 a 23/02/2018, das 09:00h às 16:00h
Matrícula para aluno especial- de 19/02 a 23/02/2018, das 09:00h às 16:00h

Disciplinas para o 1º semestre- 2018

TOX001- Introdução à Toxinologia (Obrigatória)

Coordenadora: Denise Vilarinho Tambourgi
Corresponsável: Carla C.S. Baptistão
Carga Horária: 78 horas
Número de créditos: 05
Número de semanas: 04
Início: 02/05/2018
Término: 28/05/2018
As 2a, 4a e 6a feiras, das 09:00 às 12:00h
Local: Sala de Reuniões da DDC (prédio novo)
Objetivos: Esta disciplina, obrigatória, pretende iniciar os alunos ao estudo da toxinologia,
abordando a origem das toxinas, mecanismos de ação e efeitos em vítimas de acidentes com
animais peçonhentos.
Justificativa: O curso de pós-graduação em toxinologia receberá alunos com formações
distintas e que, no geral, não foram introduzidos ao tema. Tal disciplina dará ao estudante
noções básicas do universo de venenos e toxinas, animais peçonhentos e envenenamentos
que servirão de base para o aprofundamento nas disciplinas eletivas.
Conteúdo Programático: 1. História natural dos principais grupos de animais peçonhentos:
Evolução, Ecologia e Classificação; 2. Envenenamentos por animais peçonhentos: Sintomas
clínicos dos envenenamentos por animais de importância médica e abordagens terapêuticas; 3.
Toxinas e sistemas biológicos: Neurotoxinas; Toxinas que afetam a hemostasia; Toxinas e
resposta inflamatória e Citotoxinas e, 4. Seminários.
Bibliografia: Animais peçonhentos no Brasil: Biologia, clínica e terapêutica dos acidentes.
Cardoso et al., São Paulo, Sarvier, 2003, 1a. Ed.
Handbook of Clinical Toxicology of Animal Venoms and Poisons: Jurg Meier, Julian White.
Handbook of animal toxins: R. Stocklin, 2003.
Artigos de periódicos especializados na área de Toxinologia e áreas básicas de conhecimento
como bioquímica, farmacologia, imunologia e biologia celular que tragam os recentes avanços
da área.

TOX003- Seminários do Instituto Butantan (Obrigatória)

Coordenadora: Juliana Mozer Sciani
Número de créditos: 1
Número de semanas: 1 semestre
Carga horária: 15 horas
Início: 28/03/2018
Término: 27/06/2018
As 4a feiras (4a semana do mês ou disponibilidade dos palestrantes), das 10:00 às 12:00 horas
Local: Auditório- Museu Biológico
EMENTA: Objetivos: Oferecer aos pós-graduandos palestras e mini workshops com temas
relevantes ao programa e ao Instituto Butantan com pesquisadores convidados tanto da
Instituição com de outras Instituições do Brasil e do exterior.
Justificativa: Através das palestras e mini workshops pretende-se ampliar os conhecimentos
sobre temas diversos bem como propiciar ambiente propício para o contato com novos temas,
profissionais da área, bem como estimular o estudante a discutir os aspectos de interesse
apresentados.
Conteúdo Programático: Não há conteúdo específico. A programação dos seminários e
palestras é realizada por uma Comissão designada para este fim que irá definir a linha das
palestras a serem realizadas em determinado período.
Bibliografia: Não se aplica. Eventualmente os pesquisadores convidados disponibilizam
elementos de sua produção científica relacionados ao tema a ser apresentado como forma de
fornecer elementos aprofundar as discussões a serem realizadas na palestra.

TOX0013- Neurotoxinas como ferramentas farmacológicas

Coordenadoras: Ana Leonor Abrahão Nencioni e Solange Castro Afeche
Carga Horária: 60
Número de créditos: 04
Número de semanas: 05
Início: 03/05/2018
Término: 39/05/2018
As 3a e 5a feiras, das 09:00 às 17:00 horas
Local: Sala Cezário Motta- Biblioteca
Objetivos: Mostrar as possibilidades das neurotoxinas presentes em venenos ou em outras
fontes naturais como ferramenta para o estudo de estruturas nervosas, de processos
fisiológicos ou patológicos assim como possíveis usos terapêuticos. Discutir os mecanismos de
ação dessas toxinas relacionando-os à sua aplicabilidade.
Justificativa: As peçonhas, os venenos e os produtos de origem bacteriana são fontes ricas de
produtos selecionados pela natureza no decorrer da evolução que além de ter sua função no
ciclo de vida de quem os produz podem ter uma aplicabilidade variada como ferramenta de
estudos de diversos processos biológicos. Nesse panorama se destacam as neurotoxinas que
têm sido usadas para elucidar a estrutura e o funcionamento dos locais onde elas se ligam.
Além disso várias são suas possibilidades como produtos terapêuticos ou de controle biológico
já utilizados e principalmente, que ainda podem ser desenvolvidos à partir do estudo de seus
mecanismos de ação.
Conteúdo Programático: Aulas teóricas: 1. Toxinas como ferramenta para o estudo dos
canais de sódio; 2. Toxinas como ferramenta para o estudo dos canais de potássio; 3. Toxinas
como ferramenta para o estudo dos canais de cálcio; 4. Aspectos terapêuticos das
conotoxinas; 5. Neurotoxinas de origem microbiana (toxinas botulínica e tetânica) e suas
aplicações; 6. Neurotoxinas convulsivantes; 7. Neurotoxinas anticonvulsivantes; 8. Peptídeos
antimicrobianos e citolíticos; 9. Fosfolipases A2; 10. Alfa- Neurotoxinas elapídicas e suas
aplicações; 11. Dendrotoxinas; 12. Neurotoxinas e o tratamento das neoplasias.
Seminários:1. Neurotoxinas de escorpiões; 2.Neurotoxinas de aranhas; 3. Neurotoxinas de
serpentes; 4. Neurotoxinas de conus; 5. Neurotoxinas de origem microbianas e; 6.
Neurotoxinas e desenvolvimento.
Bibliografia: .Arias HR and Blanton MP, Alpha-conotoxins. Int.J.Biochem.Cell Biol. 32: 1017-
1028, 2000.
.Catterall WA, Cestele S, Yarov-Yarovoy V, Yu FH, Konoki K, and Scheuer T, Voltage-gated ion
channels and gating modifier toxins. Toxicon 49: 124-141, 2007.
.Cestele S and Catterall WA, Molecular mechanisms of neurotoxin action on voltage-gated
sodium channels. Biochimie 82: 883-892, 2000.
.Davletov B, Bajohrs M, and Binz T, Beyond BOTOX: advantages and limitations of individual
botulinum neurotoxins. Trends Neurosci. 28: 446-452, 2005.
.Gurevitz M, Karbat I, Cohen L, Ilan N, Kahn R, Turkov M, Stankiewicz M, Stuhmer W, Dong K,
and Gordon D, The insecticidal potential of scorpion beta-toxins. Toxicon 49: 473-489, 2007.
.Harvey AL, Bradley KN, Cochran SA, Rowan EG, Pratt JA, Quillfeldt JA, and Jerusalinsky DA,
.What can toxins tell us for drug discovery? Toxicon 36: 1635-1640, 1998.
.Harvey AL, Twenty years of dendrotoxins. Toxicon 39: 15-26, 2001.
.Jerusalinsky D, Kornisiuk E, Alfaro P, Quillfeldt J, Ferreira A, Rial VE, Duran R, and
.Cervenansky C, Muscarinic toxins: novel pharmacological tools for the muscarinic cholinergic
system. Toxicon 38: 747-761, 2000.
.Koh DC, Armugam A, and Jeyaseelan K, Snake venom components and their applications in
biomedicine. Cell Mol.Life Sci. 63: 3030-3041, 2006.
.Kuhn-Nentwig L, Antimicrobial and cytolytic peptides of venomous arthropods. Cell Mol.Life
Sci. 60: 2651-2668, 2003.
.Massensini AR, Romano-Silva MA, and Gomez MV, Sodium channel toxins and
neurotransmitter release. Neurochem.Res. 28: 1607-1611, 2003.
.Mebs D, Toxicity in animals. Trends in evolution? Toxicon 39: 87-96, 2001.
..Montecucco C and Molgo J, Botulinal neurotoxins: revival of an old killer.
Curr.Opin.Pharmacol. 5: 274-279, 2005.
.Mortari MR, Cunha AO, Ferreira LB, and Dos Santos WF, Neurotoxins from invertebrates as
anticonvulsants: from basic research to therapeutic application. Pharmacol.Ther. 114: 171-183,
2007.
.Oliveira BM and Cruz LJ, Conotoxins in retrospect. Toxicon 39: 7-14, 2001.
.Pinheiro AC, Gomez RS, Massensini AR, Cordeiro MN, Richardson M, Romano-Silva MA,
.Prado MA, Marco LD, and Gomez MV, Neuroprotective effect on brain injury by neurotoxins
from the spider Phoneutria nigriventer. Neurochem.Int. 49: 543-547, 2006.
.Pungercar J and Krizaj I, Understanding the molecular mechanism underlying the presynaptic
toxicity of secreted phospholipases A2. Toxicon 50: 871-892, 2007.
.Rodriguez de la Vega R and Possani LD, Current views on scorpion toxins specific for K+
-
channels. Toxicon 43: 865-875, 2004.
.Rodriguez de la Vega RC and Possani LD, Overview of scorpion toxins specific for Na(+)
channels and related peptides: biodiversity, structure-function relationships and evolution.
Toxicon 46: 831-844, 2005.
.Rowan EG, What does b-bungarotoxin do at neuromuscular junction? Toxicon 39: 107-118,
2001.

TOX012- História natural e evolução de vertebrados venenosos

Coordenadores: Carlos Alberto Gonçalves Silva Jared e Marta Maria Antoniazzi
Carga Horária: 60 horas
Número de créditos: 04
Número de semanas: 03
Início: 05/03/2018
Término: 23/03/2018
De 2a a 6a feiras, das 08:30 às 12:30 horas
Local: Sala de Seminários do Lemos Monteiro
Objetivos: O curso objetiva introduzir o aluno nos fundamentos da evolução e da biologia dos
vertebrados em geral, aprofundando particularmente nos anfíbios e répteis. A partir daí,
discute-se a origem e o papel adaptativo dos sistemas de defesa química, através de toxinas,
em cada grupo. Pretende-se, assim, fornecer a base zoológica e de história natural a fim de
que o aluno possa dispor de ferramentas conceituais para formar uma visão multidisciplinar da
Toxinologia.
Justificativa: Atualmente, dentro do estudo das toxinas, o mais comum é que o aluno tenda
para as áreas experimentais, compartimentalizando os seus conhecimentos. Nesse contexto,
temos a intenção de elaborar um curso no qual a Toxinologia seja concebida dentro de um
universo de estudo mais abrangente, que inclua conceitos de biologia e zoologia gerais,
envolvidos com a Evolução e a História Natural.
Conteúdo Programático: Conceitos gerais e História da Evolução.
Adaptação e Seleção Natural. A Evolução dos Vertebrados. Os Anfíbios. Os Répteis. Evolução
dos Sistemas de Defesa. A Defesa Passiva e a Ativa. A biologia e o veneno dos peixes,
anfíbios e répteis. Outros grupos de vertebrados venenosos. Mitos e folclore relacionados ao
veneno dos vertebrados.
Bibliografia:
1. Ménez A. (2003) The subtle beast. Snakes, from Myth to Medicin. Taylor &
Francis Group, London.
2. Pough F.H., Andrews R.M., Cadle J.E., Crump M.L., Savitzky A.H. & Wells
K.D. (2003) Herpetology. (3rd Edition). Benjamin Cummings Publisher, USA.
3. Pough F.H., Janis C.M. & Heiser J.B. (2008) A Vida dos Vertebrados (4a
Edição). Atheneu Ed. São Paulo Ltda., São Paulo.
4. Clarke B.T. (1997) The natural history of amphibian skin secretions, their
normal functioning and potencial medical applications. Biol. Rev. 72:365-379.
5. Erspamer V., Falconieri Erspamer G., Severini C., Potenza R.L., Barra D.,
Mignona G. and Bianchi A. (1993) Pharmacological studies of 'sapo' from the
frog Phyllomedusa bicolor skin - a drug used by the Peruvian matses indians
in shamanic hunting practices. Toxicon 31:1099-1111.
6. Fry B.G., Vidal N., Norman J. A., Vonk F. J., Scheib H., Ramjan S.F.R.,
Kuruppu S., Fung K., Hedges S. B., Richardson M. K., Hodgson W. C.,
Ignjatovic V., Summerhayes R., Kochva E. (2006) Early evolution of the
venom system in lizards and snakes. Nature. 439, 584-589.
7. Backshalls S. (2007) Venoms. Poisonous Creatures in the Natural World.
New Holland Publishers (UK) Ltd., London.

TOX020- Toxinas na inflamação, dor e desenvolvimento de produtos

Coordenadores: Catarina F. P. Teixeira, Gisele Picolo e Vanessa O. Zambelli
Carga Horária: 75
Número de créditos: 05
Número de semanas: 04
Início: 04/06/2018
Término: 30/06/2018
As 2a e 4a feiras, das 08:00 às 17:00 horas
Local: Sala Cezário Motta da Biblioteca
Objetivos: A disciplina tem por objetivo proporcionar ao aluno conhecimento atualizada na
área de toxinas, com ênfase nos efeitos inflamatórios, antiinflamatórios, nociceptivos e
analgésicos, e vivencia e capacidade critica para a utilização das toxinas como ferramentas
cientificas para estudos em inflamação e dor e para o desenvolvimento de novos fármacos com
atividade antiinflamatória e analgésica.
Justificativa: Nas últimas duas décadas, a área de toxinologia proporcionou a descoberta de
toxinas animais com importantes atividades farmacológicas, úteis como ferramentas científicas
e/ou como modelos para o desenvolvimento de novos fármacos. De outra parte, a busca por
novos compostos com atividade antiinflamatória e analgésica, mais eficazes e com menor
número de efeitos adversos, tornou-se intensa. Neste contexto, as toxinas animais
representam uma fonte importante de informação e modelos importantes para o desenho de
novos agentes terapêuticos com aquelas propriedades. Face à extensa biodiversidade
brasileira, ainda pouco explorada, a formação de recursos humanos em ciência, capacitados a
investigar produtos ativos naturais, na área de inflamação e dor, é de suma importância.
Conteúdo Programático: Serão ministradas aulas teóricas abordando conceitos gerais da
fisiopatologia da inflamação e dor e seu controle, bem como os mecanismos envolvidos nos
efeitos inflamatórios, nociceptivos, anti-inflamatórios e analgésicos de diferentes grupos de
toxinas e de outras substâncias obtidas de venenos animais. As aulas teóricas constarão dos
seguintes tópicos: i) aspectos gerais da inflamação – fases aguda, crônica e resolução;
fenômenos vasculares; componentes e funções celulares; moléculas de adesão e mediadores
inflamatórios; ii) aspectos moleculares da inflamação – receptores e transdução de sinal; iii)
conceitos gerais sobre sensibilização periférica e central, nocicepção, hipernocicepção,
hiperalgesia e alodinia; iv) ativação de nociceptores, mediadores químicos e canais iônicos da
transdução e transmissão da informação nociceptiva; v) vias periféricas e centrais de
transmissão da dor; vi) mecanismos endógenos de modulação da dor; vii) modo de ação dos
fármacos analgésicos e antiinflamatórios; viii) toxinas animais com atividade inflamatória e
mecanismos de ação; ix) toxinas animais com atividade antiinflamatória e mecanismos de
ação; x) mecanismos celulares e moleculares, periféricos e centrais envolvidos na dor causada
por venenos/toxinas animais; xi) toxinas animais com atividade analgésica: mecanismos de
ação.
Os conceitos teóricos serão sedimentados e discutidos em Seminários.
Além disso, serão ministradas aulas práticas para o aprendizado de modelos experimentais in
vivo e ex vivo, para estudos da inflamação e in vivo para estudos de dor. Os modelos a serem
aplicados para estudo da inflamação serão: peritonite, edema de pata, indução do
extravasamento plasmático (permeabilidade vascular) e de alterações da rede microcirculatória
e fagocitose. Para estudo da dor, os modelos experimentais serão: hiperalgesia, pelos métodos
de Randall & Sellito e von Frey eletrônico; dor fásica, pelo modelo da placa quente; dor
manifesta, pelo teste de incapacitância. A partir da aplicação desses modelos serão estudados
os efeitos de toxinas com atividades já descritas.
Bibliografia: Livros e artigos científicos clássicos e da literatura atual serão discutidos ao longo
do curso. Abaixo, estão indicados alguns exemplos.
Cells, Tissues and Disease. Eds. G. Majno; I. Joris, 1996. Blackwell Sci, USA.
Robbins Pathologic basis of disease. Eds: R.S. Cotran; V. Kumar; T. Collins. 6a
ed., 1999.W.B.
Saunders Com., Philadelphia, USA.
Medzitov R. 2008. Origin and physiological roles of inflammation. Nature 454, 428-435.
Serhan, C.N., Savill, J., 2005. Resolution of inflammation: the beginning programs the end.
Nature Immunol. 6, 1191-1197.
Henson, P. M. Dampening inflammation. Nature Immunology, 6: 1179-1205, 2005.
Woolf, C.J. Pain: moving from symptom control toward mechanism-specific pharmacologic
management. Ann Intern Med. 140: 441-451, 2004.
Lee Y, Lee CH, Oh U. Painful channels in sensory neurons. Mol Cells., 20: 315-324, 2005.
Schaible HG, Richter F. Pathophysiology of pain. Langenbecks Arch Surg.,389: 237-243, 2004
Cury, Y., Oliveira-Filho, R.M., DeLucia R. Opióides In: Farmacologia. Integrada.3 ed.Rio de
Janeiro : Livraria e Editora Revinter Ltda, 2007, v.31, p. 267-281.
. Cury, Y., Picolo, G. Animal toxins as analgesics -An overview. Drug News & Perspectives.19:
381 - 392, 2006.

TOX024- Toxinas e imunidades

Coordenadores: Osvaldo A. Brazil Esteves Sant’Anna
Número de créditos: 04
Carga Horária: 60 horas
Número de semanas: 04
Início: 03/04/2018
Término: 26/04/2018
De 3a e 5a feiras, das 08:30 às 12:30 horas
Local: Sala da DDC (prédio novo)
Ementa- Objetivos: Essa disciplina visa transmitir o desenvolvimento do conhecimento sobre
as relações de resistência e sensibilidade a toxinas seguindo uma abordagem integrada entre
as ações de toxinas e o sistema imune.
Justificativa: Há uma crescente fragmentação do conhecimento em decorrência das
abordagens mecanicistas sobre estrutura e função de toxinas e de protagonistas da imunidade.
Essa disciplina sugere um enfoque inovador na tentativa de motivar os estudantes a
desenvolverem uma visão crítica sobre os conceitos advindos de estudos sobre o tema central
proposto, contribuindo com suas formações criativas.
Conteúdo Programático: -Aventuras do Conhecimento sobre Envenenamentos. - Aspectos
Evolutivos de Toxinas e Imunidade. - Modelos de Estudos sobre Características Imunológicas
de Resistência e Sensibilidade a Toxinas.- Fatores Genéticos e Ambientais na Resposta
Imune. - Expressões Quantitativas e Qualitativas de Toxinas e Imunidades. - Aspectos
Celulares e Sinais de Reconhecimento. - Receptores e Apresentação de Antígenos. - Aspectos
Moleculares: Efetores da Imunidade. - Aspectos Locais dos Envenenamentos: Resposta Inata
e Adquirida.- Aspectos Sistêmicos dos Envenenamentos: Resposta Inata e Adquirida.
Bibliografia: Janeway’s Immunobiology – 7a edição – 2008, Garland Science, Taylor & Francis
Group
Handbook of Clinical Toxicology of Animal Venoms and Poisons. Jurg Meir, Julian White
Artigos de periódicos especializados nas áreas de Toxinologia e de Imunologia.

TOX032- Bases teóricas da evolução de toxinas de serpentes

Coordenadora: Nancy Oguiura
Carga Horária: 48
Número de créditos: 03
Número de semanas:06
Início: 23/04/2018
Término: 28/05/2018
As 2a feiras, das 14:00 às 18:00 horas
Local: Sala Cezário Motta da Biblioteca
Objetivos: Discutir temas como evolução do genoma e do gene, enfocando as famílias gênicas das
toxinas de serpentes.
Justificativa: As toxinas de serpentes são, em sua grande maioria, proteínas que são codificadas no
genoma animal por famílias gênicas. Sendo assim, a base da sua evolução é a evolução gênica e
genômica. Nesse curso serão discutidos temas gerais como evolução do genoma em animais;
duplicações; modelos de evolução gênica; famílias gênicas, mutações e recombinações. Esses temas
estão envolvidos direta ou indiretamente no aumento da variabilidade genética, no aparecimento de
pseudogenes, na criação de famílias gênicas, na expressão gênica, etc.
Conteúdo Programático: Genoma: C-value, cromossomos, sequência
Gene: estrutura, código genético, controle da expressão
Mecanismos de variação gênica: duplicação, recombinação, mutação
Evolução: em concerto, nascimento-e-morte, acelerada
Famílias gênicas e toxinas
Bibliografia: Gregory , T.R. 2005. The Evolution of the genome. Elsevier Academic Press, 740p.
Lewin, B. 2008. Genes IX. Jones and Bartlett Publishers. Sudbury, MA.
Li W-H. 1997. Molecular evolution. Sinauer Associates, Inc., Publishers.
Lynch, M. 2007. The origins of genome architecture. Sinauer Associates, Inc. Publishers. Sunderland. MA.
Ohno, S. 1970. Evolution by gene duplication. Springer-Verlag, New York.
Artigos científicos.